segunda-feira, 5 de setembro de 2011

'Bati nele, sim, para corrigir', diz mãe que deixou filhos trancados em casa

Crianças estavam sozinhas em Itapecerica da Serra, na Grande SP. Mulher foi ouvida no Conselho Tutelar e seguiu para delegacia.
A mãe das três crianças que foram encontradas trancadas em casa em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, no sábado (3), admitiu nesta segunda-feira (5) ter batido no filho de 12 anos que ligou para a Polícia Militar pedindo ajuda para sua irmã de 5 meses, que, segundo ele, estava com fome. Helena Alves Ferreira, entretanto, negou que tenha queimado o garoto. O Conselho Tutelar diz que o menino, ao contrário do que afirmou na ligação para a PM, não é vítima de maus-tratos.

Lei da cadeirinha para transporte de crianças completa um ano

A obrigatoriedade da cadeirinha para o transporte de crianças de até 7 anos de idade em veículos completa 1 ano neste mês. Apesar da regulamentação, ainda há resistência ao uso do equipamento.
De acordo com a Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta o transporte de crianças até 10 anos em veículos, os recém-nascidos de até um 1 de idade devem ser transportados no bebê-conforto; os menores de 1 a 4 anos, em cadeirinhas; aqueles de 4 a 7 anos e meio, em assentos de elevação com cinto de segurança. A multa por descumprimento é R$ 191,54, e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Oficial pode impedir registro civil de nomes exóticos



Nomes diferentes, como Germes e Jabulani, talvez não possam mais ser registrados em certidão de nascimento. Recentemente um pai tentou dar um nome exótico à filha em Curitiba, no Paraná. Se não fosse pelos oficiais de registro civil do Hospital Evangélico de Curitiba, a menina nascida em julho hoje se chamaria Hyzaboh.
O impedimento é respaldado pela Lei Federal de número 6.015/73 que faculta aos oficiais de registro civil o direito de não fazerem o registro da criança se considerarem que o nome indicado pelos pais pode trazer algum constrangimento ao indivíduo.

Maltratado pela mãe, menino de 12 anos pede socorro por telefone



domingo, 4 de setembro de 2011

Licença-maternidade em caso de bebês prematuros pode ser ampliada

A licença-maternidade em caso de bebês que nascem prematuros ou precisam ficar internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pode ser ampliada. É o que prevê projeto aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara.
Em caso de bebê prematuro, o projeto aumenta a licença-maternidade pelo período que faltaria para a mãe completar 37 semanas de gravidez, prazo em que o bebê pode nascer normalmente.

Mães falam de drama vivido por filhos com doença rara em MS


Especialista afirma que a 'púrpura' ainda é um mistério para a classe médica.  
Ele não pode ir à escola' diz mãe de garoto de 3 anos que tem a doença.

mãe de filho com púrpura (Foto: Aliny Mary/ G1 MS)
Há quase um ano, a técnica em radiologia Juliana Faria Muzili, 25 anos, descobriu que o filho Yan Faria Muzili, 3 anos, era portador de uma doença rara que impossibilita o contato com outras crianças. A púrpura trombicitopênica idiopática, a chamada púrpura, atinge o sistema imunológico e, segundo os médicos, um simples resfriado, pode ser fatal.

sábado, 3 de setembro de 2011

RECEITA DO DIA Picanha com purê de aipim


Domingão em família? prepare uma deliciosa picanha com puré de aipim.
Jeito diferente de preparar uma saborosa picanha.
ingredientes

1 peça de picanha;
½ kg de aipim;
½ cebola média ralada;
1 colher de sopa de manteiga;
1 xícara de leite;
sal a gosto;
pimenta do reino a gosto.

Bebê baiano consegue inclusão em cadastro para ser operado em SP

Ele nasceu há um mês com lado esquerdo do coração menor do que direito. Cauê pode ser transferido a qualquer momento.
O bebê de um mês, que nasceu com uma doença rara no coração, conseguiu ter seu nome incluso no Cadastro Nacional de Regulação para Alta Complexidade (CNRAC), de acordo com a Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia).



Tratamento da dependência de crack e a internação compulsória



Fabiana Lustosa Gaspar é psicóloga e Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica pela UFRJ. Atualmente, é Coordenadora Psicossocial da Organização Não Governamental Viva Rio. É autora do livro Anorexia e Violência Psíquica, da Editora Juruá.
Fabiana Lustosa Gaspar é psicóloga e Coordenadora Psicossocial da ONG Viva Rio
Nos últimos tempos, o crack tem sido muito discutido e apontado como o grande mal-estar da civilização atual. Inúmeras matérias têm vinculado a dependência ao crack a uma epidemia sem controle no país, considerando-a como um fato consumado e legítimo.
Apesar destas “certezas” instaladas, vale ressaltar que uma das dificuldades centrais do Brasil é a realização de estudos atualizados e de escala nacional sobre esta problemática. O que tem sido visto são diversos trabalhos de caráter não representativo do país como um todo, abusivamente utilizados e denominados como tais, o que gera uma série de distorções e falhas de estimativa e interpretação. 

Aluna é ferida no rosto e pescoço com estilete por colega em SP

Agressão ocorreu em frente à escola de Guararema, região metropolitana.Eu pensei que ela iria morrer’, disse a mãe da adolescente agredida.
 Uma adolescente de 15 anos foi agredida por uma colega com um estilete na porta de uma escola estadual de Guararema, na região metropolitana. Os cortes foram no rosto e no pescoço. Ao todo, ela precisou levar 40 pontos nos dois lados do rosto e na região do pescoço. A vítima foi atacada na saída da escola.
“Começou com uma história de internet. Ela estava chamando umas meninas de Mogi (das Cruzes) para virem bater na gente. Essa história já vem de faz tempo. A professora pediu que levasse o estilete para a aula de artes. Mas nesse dia eu não tinha aula de artes. Não tinha nada”, contou a adolescente agredida.

Especialistas reprovam o toque de recolher para jovens

População apoia exemplo de Santo Estêvão, onde jovens são obrigados a sair das ruas após as 22h


População apoia exemplo de Santo Estêvão, onde jovens são obrigados a  sair das ruas após as 22h

O município deve ou não recolher crianças e adolescentes que permanecem desacompanhados dos pais ou responsáveis nas ruas à noite? Iniciada em junho de 2009, após determinação do juiz José Brandão, ex-titular da comarca de Santo Estêvão, o toque de acolher ainda gera polêmica.
Nesta sexta-feira pela manhã, o colóquio Toque de Recolher: uma ameaça ao direito de ir e vir? voltou a discutir o tema no Palácio da Aclamação, localizado no Campo Grande. Todos os palestrantes foram unânimes na posição contrária ao toque de acolher.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Bebê internado após crise de abstinência

A mãe era usuária compulsiva de crack durante a gravidez. Por mês, 30 novas gestantes são atendidas pelos CAPS A/D
Clique para Ampliar
O pequeno João (nome fictício) nasceu no último dia 17, mas quase que não "vinga". Ficou 14 dias internado no Hospital Distrital Gonzaga Mota de Messejana (Gonzaguinha) com crise de abstinência, dependência química oriunda do vício da mãe usuária de crack. A genitora fumou "pedra" até a hora do parto. Tremores, irritações, dificuldade de dormir e de sugar denunciavam a falta da droga sentida pelo recém-nascido. Era saudade das substâncias passadas pelo cordão umbilical durante os primeiros nove meses da sua existência uterina.

Juiz propõe mudar Estatuto da Criança e do Adolescente

Magistrado defende que o ECA, criado há 21 anos, deve ser atualizado para se adequar à realidade de hoje
Em meio a oito mil processos em tramitação, Manuel Clístenes avalia o caso de adolescente de 15 anos, que desafia o juiz. "Não tenho medo de nada e não quero tratamento", afirmou^RODRIGO CARVALHO
Clique para Ampliar
Internação compulsória da criança e adolescente que cometam ato infracional e são dependentes químicos em clínica especializada mantida pelo Poder Público para tratamento, além de mais condição ao Judiciário de privar a liberdade, por 30 dias, daqueles que recebem medidas socioeducativas em regime aberto e as descumprem na primeira vez de sua aplicação, possibilitando maior eficácia.